June 2010
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May 2010
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why those histories always have the same end?
depois da enchente
já não me sinto tão mal
em relação ao que disse pra me manter aqui tão longe do seu olhar sempre a me criticar
e se eu disser que não dói tanto assim saber que já não sou o motivo pra te fazer sorrir nem quem segura a sua mão quando já não é preciso dizer mais nada
e a vida segue pra mim afinal, as contas vão chegar e meu endereço elas sabem de cor e você também deve saber talvez resolva...
johannes beeshop e a síndrome do f5
existe uma estrada sob os meus pés. ela termina toda vez que chego em casa, tarde da noite.o que vejo após a derradeira parada, é o fim desse chão. se eu prosseguir em minha caminhada, ignorando quaisquer placas de sinalização e advertências verbais de amigos, sou engolido por esse infinito precipício.
e eu não paro.
a queda, até o momento, não parece ruim, embora eu não negue que me incomoda...
here without you
a hundred days have made me older
since the last time that i saw your pretty face
a thousand lies have made me colder
and i don’t think i can look at this the same
but all the miles that separate
they disappear now when i’m dreaming of your face
i’m here without you baby
but you’re still on my lonely mind
i think about you baby
and i dream about you all the time
...
feelings
sou quem você procura toda noite, nas esquinas, que alivia o cansaço e te faz abrir sorrisos no dia-a-dia.
sou aquela vontade no meio da tarde, enquanto o sol arde do lado de fora.
sou a salvação pra uns, a perdição de outros.
sou o corpo suado do calor, o encorpado do frio.
e você… você me pega na mesa, no balcão, em pé, na mão.
me leva pra qualquer lugar, de bar em bar.
às vezes você...