June 2013
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May 2013
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April 2013
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Sabe, andei pensando em como a gente julga sem conhecer e é julgado por quem nem ao menos nos conhece. Já pensou que louco se todas as pessoas tivessem que carregar consigo uma carta de (auto) apresentação? Mas uma carta que fosse escrita sem mentir nem ocultar nenhum fato ou aspecto da personalidade… Evitaria tantas situações, tantos enroscos. Foi aí que parei e me perguntei: como eu me auto-decreveria nessa carta? Acho que seria mais ou menos assim:
Oi, meu nome é Mônica Retek. E só. Sou uma pessoa nada fácil, cabeça dura e orgulhosa. Mas quem não é? Eu falo palavrão, tenho tatuagens, prefiro cerveja a drinques coloridos e tênis a sapatilhas. Tenho rinite, sinusite, gastrite, enxaqueca, disfunção das ATMs e bruxismo. Tive uma nada mole vida e disso só quero levar as coisas boas que me ajudaram a chegar até aqui. Também tenho um coração muito grande, amor pelo próximo e compaixão por aqueles que, muitas vezes, são invisíveis e não têm ao menos respeito dos outros. Só faço o estilo “menininha” por acaso, quando abro o guarda-roupas e escolho isso e aquilo. Prefiro conforto a um salto alto. Sou capaz de reconhecer quando uma pessoa é realmente boa. Não costumo voltar atrás nas minhas decisões, mas isso não é uma regra (nunca se sabe…). Quando amo, amo incondicionalmente e pra sempre, por quanto tempo o sempre durar. Acredito ter encontrado o amor da minha vida. Não gosto muito de MPB, mas “Sozinho”, do Caetano Veloso, já foi minha música preferida pra cantar no chuveiro. Prefiro sons mais pesados mas também gosto de músicas que fazem a gente chorar feito mulherzinha. Sim, eu choro feito mulherzinha quando ouço “aquela” música ou assisto “aquele” filme. Amo muito os animais. Não me vejo vivendo num mundo sem internet. Adoro postar fotos no Instagram. Queria que os dias tivessem umas 50h pra eu poder fazer tudo o que eu gostaria. Marco Feliciano não me representa. Idealizo um mundo perfeito, onde não haja fome, onde o câncer e a AIDS tenham cura, onde as pessoas sejam tratadas com igualdade e não matem nem morram por dinheiro. Sou muito na minha, bastante transparente e acho que quero viver para sempre (não tenho certeza…).
Pronto, minha cabeça travou. Não consigo pensar em mais nada a meu respeito, mas tenho a sensação de que estão faltando muitas coisas essenciais…
Bom, talvez seja por isso que não exista uma lei que obrigue as pessoas a escreverem essa carta. Sempre vai faltar alguma coisa. E é aí que entram os julgamentos… Acho que agora entendi. Pensando bem, deixa pra lá.
March 2013
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January 2013
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December 2012
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November 2012
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Não importa a idade dela. Se ela realmente te ama, vai querer que o mundo todo saiba que, pensando em você, a barriga esfria e a pele arrepia. É importante pra ela. E se esse amor é recíproco, mesmo que você não ache tão importante, deixe que o mundo saiba, também. O mundo precisa de amor. E ela precisa se sentir amada por você. Não porque ela não se sinta assim, mas porque a reciprocidade em mostrar o tamanho desse amor ao mundo, não importa quem nele esteja, sempre acende a fogueira dos corações apaixonados. Não ria da cara dela. Ria com ela. Ria para ela. O seu sorriso mantém a tal da fogueira acesa. Não diga ou aja como se o que é importante para ela não fizesse o menor sentido pra você. Isso é um grande balde d’água naquele coração aceso. E quem precisa de um coração apagado, o qual só restam cinzas? Um coração apagado leva o brilho da vida, apaga o sorriso e até mesmo o desejo de mostrar ao mundo aquele amor adolescente, responsável por toda essa história. Pense. Um dia você pode gritar ao mundo e ela pode não te ouvir, tendo se tornado surda, de tanto sua própria voz ecoar em seus próprios ouvidos.
October 2012
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When grey skies turn blue, i’ll come back for you. My mind can’t change my heart, there’s nothing i can do.
When grey skies turn blue, when dreams do come true, will you be the way that i remember you?
Era uma vez uma menina que cresceu toda independente. Sempre que brincava de casinha imaginava uma vida a qual só existia ela e a filha, boneca rabiscada de caneta. Sem marido, sem namorado, sem o ideal de homem da casa.
Ela foi crescendo e largando a boneca rabiscada. Quando percebeu, já havia entendido a importância da existência do homem. Não por ter se apaixonado, mas porque queria ser tão suficiente quanto um. Depois, namorou algumas vezes, mas nunca parou pra pensar se o “pra sempre” existia de verdade. Sofreu e fez sofrer, superou e se permitiu crescer. Como mulher.
Um belo dia encontrou ao acaso o homem que seria seu príncipe encantado. Nada além de poucas palavras trocadas e ela conseguiu enxergar que o “pra sempre” não era apenas o final dos contos de fadas que conhecia, que o “pra sempre” realmente existia e era ao lado dele. E com ele também foi assim.
Eles ainda não se casaram, mas descobriram que nem só de bons momentos se faz felicidade e estão vivendo felizes “pra sempre”, seja lá por quanto tempo for, seja lá pra onde essa felicidade levar.
Mônica Retek
August 2012
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July 2012
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Come along and go along with me. Wonder with me, yo, it´s all for free.
It’s yet to be determined,
but the air is thick,
and my hope is feeling worn.
I’m missing home,
and I’m glad you’re not a part of this,
there’s parts of me that will be missed.
And the phone is always dead to me,
so I can’t tell you the temperature is dropping
and it feels like.
It’s colder than it ought to be in March
and I still got a day or two ahead of me
till I’ll be heading home,
into your arms again.
And the people here are asking after you.
It doesn’t make it easier.
It doesn’t make it easier to be away.(to be away)
I’d like to hire a plane.(a plane)
I’d see you in the morning, (morning)
when the day is fresh.
I’m coming home again. (I’m coming home again)
Coming home again. (again)
Coming home again. (again)
When the day is fresh,
I’m coming home again.(I’m coming home again)
But it’s warmer where you’re waiting.
It feels more like July.
There’s pillows in their cases,
and one of those is mine.
And you wrote the words “I love you”,
and sprayed it with perfume.
It’s better than the fire is
to heat this lonely room.
It’s warmer where you’re waiting
It feels more like July.
It feels more like July.
It’s yet to be determined,
but the air is thick,
and my hope is feeling worn.
I’m missing home,
and I’m glad you’re not a part of this,
there’s parts of me that will be missed.
And the phone is always dead to me,
so I can’t tell you the temperature is dropping
and it feels like.
It’s colder than it ought to be in March
and I still got a day or two ahead of me
till I’ll be heading home,
into your arms again.
And the people here are asking after you.
It doesn’t make it easier. (easier)
It doesn’t make it easier to be away.(to be away)
I’d like to hire a plane.(a plane)
I’d see you in the morning, (morning)
when the day is fresh.
I’m coming home again. (I’m coming home again)
Coming home again. (again)
Coming home again. (again)
When the day is fresh,
I’m coming home again.(I’m coming home again)